Páscoa antecipada e guerra das ‘collabs’: como marcas vão fisgar o consumidor em 2026
Para driblar a alta dos insumos, marcas antecipam a chegada dos ovos às gôndolas e apostam em parcerias licenciadas para garantir o faturamento do ano.

Neste ano, a indústria está colocando na praça 700 produtos de Páscoa – 14% a mais que em 2025, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab). O desafio será atrair o consumidor em meio à alta da inflação e dos preços dos insumos – já que a recente queda na cotação do cacau e açúcar ainda não refletiu na indústria.
O peso do ciclo de produção
O principal motivo para a estabilidade dos preços, mesmo com o alívio recente nas cotações das matérias-primas, é o longo ciclo de produção inerente à indústria chocolateira. O planejamento fabril e a compra de insumos ocorrem com grande antecedência, momento em que o cenário de custos era outro.
