A nova Riachuelo: a estratégia entre lifestyle, tecnologia e uma aposta de R$ 4 bi
Nas próximas .semanas, a varejista deve abrir mais 14 lojas e reformar outras sete — a primeira da fila é a de Ipanema, no Rio.
A Riachuelo (RIAA3) está em plena transformação. Em um momento em que o varejo físico é frequentemente questionado pela ascensão do e-commerce e pela concorrência agressiva de players internacionais, a gigante brasileira decidiu dobrar a aposta no “tijolo”. A estratégia não é apenas abrir portas, mas redefinir o papel da loja física como um hub de experiência, tecnologia e, acima de tudo, conexão com o consumidor brasileiro.
O plano é ambicioso: um ciclo de investimentos que soma entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões, destinados à reforma de todo o seu parque de 350 lojas e à abertura de 150 a 200 novas unidades nos próximos anos. Somado a isso, mais R$ 500 milhões estão sendo alocados em logística.
Nas próximas semanas, a Riachuelo deve abrir mais 14 lojas e reformar outras sete — a primeira da fila é a de Ipanema, no Rio de Janeiro. Todas seguirão este novo conceito batizado de ‘Incrivelmente Brasil’, que será levado, gradualmente, para todas as 300 unidades.
“A modernização e a reforma das nossas lojas funciona independente do cenário macro. E nós temos apostado nisso como uma alavanca para nos proteger em eventuais cenários de recessão”, afirma André Farber, CEO da empresa. O resultado, até agora, valida a tese: a companhia acumula 12 trimestres consecutivos de crescimento, revertendo um prejuízo de R$ 200 milhões em 2022 para um lucro de R$ 500 milhões em 2025.
